Nem antes, nem durante, nem depois: a beleza do depois do depois

... da fraqueza que se sente

até a incontrolável vontade de rir...


... da impossibilidade de um toque

até a redenção do abraço...


... do ar que se perde

até a retomada precisa de vida...


... do beiral de um abismo

até a segurança da queda...


... da explosão de um silêncio

até a primeira fala do novo mundo...

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Engenhe sobre o engenho! ;)