Eu acredito na grandiosidade dos detalhes e na pequenez do
bajulado como principal, nas belezas onde há fragilidades que movem montanhas
com piscar de olhos... muito embora já não existam muitos bons observadores para
isto, nem por dentro e nem por fora.
Às sobras de um banquete requentado as moscas ficam voando
baixo, os vermes se arrastando um atrás dos outros e as belezas enlouquecendo
distantes de si. Isso sim é que se tem em demasia, por dentro e por fora.
E se eu deixar de acreditar será mais um detalhe que explodirá
e se tornará principal, mais uma fraqueza sem beleza e algum fim sem fim -
vazio. Uma morte dentro da gente é muito mais que milhões de mortes do lado de
fora.
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Engenhe sobre o engenho! ;)