Import(a)] [âns(c)ia

Quem se importa com a chuva?
Eu danço na tempestade,
Simples prazer de viver o que se tem.
Quem se importa com a pele áspera?
No contato com a minha aspereza,
Tudo é quase amor.
Quem se importa com a ausência?
No vazio a liberdade pesa menos,
Como balões de ar quente.
Quem se importa com as combinações de cores?
Aos meus olhos nada perde a beleza,
Cores são amores despertos.
Quem se importa com o formato da flor?
Há sempre um pouco de poesia,
No que tiver menção de flor.
Quem se importa com a importância?
Fazendo algum sentido,
Toda importância não importa.

Comentários

  1. Bhá guria

    Gostei dos teus engenhos e em breve passo aqui pra ler com mais tempo as tuas engenhosidades...

    Um abraço

    =)

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